pastoral

SOBRE O MINISTÉRIO

“Esta é uma palavra fiel: Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”

1 Timóteo 3.1

Ser Pastor. A cada dia o ministério pastoral tem se tornado um ministério difícil, não que tenham aumentado os aspectos ministeriais em si, mas sim por um fato que entristece: a falta de dignidade de algumas pessoas que se intitulam pastores. Sim, de alguns que se intitulam, pois não foram conduzidos ao ministério pastoral pelo reconhecimento da igreja e pela sua forma de agir como crentes. Entretanto, Deus deve ser louvado pelos verdadeiros pastores, chamados pelo Senhor para este ministério.

Ninguém ingressa no ministério sem que tenha a sua vontade direcionada, trabalhada e persuadida para o mesmo. Este direcionamento da vontade é fruto da chamada de Deus, o que é um fator decisivo. Ninguém pode, como tentou Simão (Atos 8.18-19), comprar um dom espiritual. Deus chama e trabalha na vontade humana, direcionando-a ao ministério. A declaração doutrinária da Convenção Batista Brasileira diz no capítulo 11 sobre o Ministério da Palavra: “Todos os crentes foram chamados por Deus para a salvação, para o serviço cristão, para testemunhar de Jesus Cristo e promover o seu Reino, na medida dos talentos e dos dons concedidos pelo Espírito Santo.

Entretanto, Deus escolhe, chama e separa certos homens, de maneira especial, para o serviço distinto, definido e singular do ministério da sua palavra. O pregador da palavra é um porta-voz de Deus entre os homens. Cabe-lhe missão semelhante àquela realizada pelos profetas do Velho Testamento e pelos apóstolos do Novo Testamento, tendo o próprio Jesus como exemplo e padrão supremo”.

A chamada envolve a aceitação de alguns atributos, de alguns postulados indispensáveis ao exercício do ministério pastoral: fidelidade consciente à Palavra de Deus, crença inabalável no valor da alma humana, convicção firme de que fora de Cristo não há salvação, reconhecimento de que existe um inimigo pessoal e dedicação completa da vida ao Espirito Santo. O ministério pastoral é uma obra de excelência e exige caráter cristão maduro e estável e uma vida pessoal boa e ordenada. Não há pastores perfeitos, mas o pastor há de ser alguém que persegue a perfeição, já que a obra do Ministério da Palavra é uma obra excelente, que exige excelência.

O pastor tem como seu modelo e exemplo Jesus Cristo, o que faz com que tenha a incumbência de apascentar o seu rebanho e treiná-lo no serviço da igreja. Já a igreja tem a missão de expandir o Reino de Deus. Os pastores vão e vem, mas a igreja, como corpo de Cristo, permanece. Quando o pastor é fervoroso, ativo e eficiente os membros da igreja são espiritualmente vigorosos e ativos. Daí a importância da pregação pastoral. É neste sentido que o apóstolo Paulo desenvolve a doutrina do ministério cristão no texto de 2 Coríntios 2.14 a 7.16. Sem a convicção inabalável da incumbência divina ninguém deve entrar no serviço ministerial.

Com a certeza da sua vocação, a experiência do poder do Evangelho na sua vida, o amor ao povo e o desejo ardente de servir como embaixador de Cristo, o pastor terá prazer no estudo das Escrituras, no preparo dos sermões para a orientação de conforto espiritual do seu povo e no desenvolvimento da sua igreja no cumprimento da missão.

Celebramos a Deus graças porque muitos têm atendido ao seu chamado para o ministério e a vida pastoral. Deus os abençoe mais e mais a cada dia.

PASTORES DA IGREJA

PASTORES PRESIDENTES

João Teixeira de Lima (1982-1983)
Jairo Luiz Pereira (1983-1984)
Joécio Luiz Soares (1984-1988)
Neemias dos Santos Lima (1989-)

PASTORES AUXILIARES

Ministério de Evangelismo e Missões
Elias Balbino de Lima
Marta Nogueira de Jesus Lima

Ministério Infantil
Vinicius Rodrigues Moreno

Ministério da Juventude
João Marcos de Almeida Lima

Outros Ministérios
Adenauer Pereira Sampaio
Dagoberto Caldas Filho
Marcelo Vale Ferreira
Ricardo Luiz Félix
Zanon de Oliveira